Está na Hora de Ressignificar o Tal do Viral: Por Que Volume Não Significa Vendas
- 21 de jun.
- 2 min de leitura

A cena se repete em milhares de agências e departamentos de marketing todos os dias.
O empresário entra na sala, mostra um vídeo no celular e diz: "Olha esse concorrente! O vídeo dele bateu 2 milhões de visualizações. Nós precisamos fazer algo assim. Qual é a trend do momento?".
É a busca desesperada pelo Santo Graal das redes sociais: o conteúdo viral.
Mas, no mercado B2B (e em negócios High Ticket em geral), viralizar deveria ser motivo de preocupação, não de comemoração.
Por quê? Porque a matemática da viralidade é incompatível com a matemática da segmentação. Para um conteúdo viralizar, ele precisa apelar para emoções universais (humor, choque, fofura) e ser compreendido pelo maior número possível de pessoas.
Ele precisa ser genérico.
Mas o seu produto não é genérico. O seu serviço de consultoria tributária, o seu software de logística ou o seu equipamento industrial não resolvem problemas universais.
Eles resolvem problemas muito específicos, de um grupo muito seleto de pessoas (o seu ICP - Perfil Ideal de Cliente).
Quando você cria um vídeo de humor genérico e ele viraliza, você atrai a massa.
Você ganha milhares de seguidores que acharam a piada engraçada, mas que nunca, em hipótese alguma, terão dinheiro ou necessidade de comprar o seu produto.
O resultado? O seu engajamento despenca nos próximos posts (porque os novos seguidores não se importam com o seu conteúdo técnico) e o algoritmo para de entregar as suas publicações.
Você destruiu a sua base de audiência em troca de 15 minutos de fama.
O conteúdo estratégico funciona exatamente da maneira oposta.
Ele não é feito para atrair todo mundo. Ele é feito para repelir os curiosos e atrair os compradores.
Um bom conteúdo B2B deve ser profundamente desinteressante para quem não é da área.
Se você escreve um artigo sobre "Como a nova regulamentação fiscal afeta a margem de lucro das indústrias de plástico", 99% da internet vai ignorar.
Mas o Diretor Financeiro de uma indústria de plástico vai ler cada palavra. Ele vai salvar o post. Ele vai enviar para o CEO.
E ele vai agendar uma reunião com você.
Um post com 300 visualizações que atinge 30 decisores de compra vale infinitamente mais do que um vídeo com 3 milhões de visualizações de adolescentes.
Na DNA Criativo, nós não somos uma agência de entretenimento. Nós somos uma empresa de estrutura de crescimento.
Nós não criamos conteúdo para massagear o ego do algoritmo. Nós criamos conteúdo para educar, gerar autoridade e conduzir o seu cliente ideal pela jornada de compra.
Se você quer ser um influenciador digital, continue buscando a próxima dancinha.
Se você quer ser um líder de mercado, comece a criar conteúdo estratégico.
Palavras-chave: conteúdo viral, marketing de conteúdo, marketing B2B, ICP, posicionamento de marca, DNA Criativo





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